06/07/2014
35º Corrida das Fogueiras - report by Fiona
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19/05/2014
BES RUN Challenge - Etapa da Costa da Caparica... Report by Fiona
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E aqui fica o outfit fofinho do dia e o íman para mais tarde recordar!
Resumo da prova:
Tempo de chip: 01:02:00
Tempo oficial: 01:03:22
Tempo intermédio: 00:31:01
Ritmo por quilómetro: 06:20 min/km
Classificação absoluta: 1751º entre 2171 corredores
Classificação de chip: 1758º
Classificação no escalão: 83º entre 151 corredoras
02/05/2014
Corrida Internacional 1+ de Maio - report by Fiona e bluesboy
Feitas as apreciações da Fiona sobre a minha conduta irascível e o meu cavalheirismo digno de um javali da Tapada de Mafra, cabe-me a mim tentar aqui, na praça pública, limpar a minha imagem e esclarecer-vos a vós, mui estimados leitores, esclarecendo a verdade destas manobras de diversão (dela, Fiona, claro, que deve estar divertidíssima com isto).
A verdade é que me vi forçado a adoptar um ritmo mais elevado, por motivos familiares, fui acompanhar o meu cunhado na sua estreia nesta prova. Contra isto, certamente não há muito argumento a utilizar.
Passando à prova...
Esta é uma prova que faço questão de participar sempre, pois fica mesmo ao lado de casa e é um percurso desafiante, rápido no início e mais puxado na parte final (últimos 5 km). Com a participação neste ano, já conto cinco provas do 1º de Maio, tendo estabelecido o record aos 15km precisamente nesta prova, no ano passado (01:09:44)
Embora ainda esteja dentro do período de recuperação da fasceite, estava tranquilo quanto ao facto de fazer uma distância um pouco mais longa do que o recomendado e posso-me dar muito satisfeito pela resposta que o pé deu.
Fui sempre num ritmo muito brando, a fazer de cicerone da prova e fruto disso a temível subida da Almirante Reis fez-se sem qualquer esforço, uma vez que o desgaste acumulado era quase nulo quando cheguei aos Restauradores. O resto da prova foi feita a puxar pelo meu cunhado e acabei com 01:22:56.
Para o ano fica já aqui prometido que é para puxar pela Fiona, igualmente para os 01:22:56 :P
20/04/2014
BES Run Challenge - Etapa de Sintra - report by Fiona e bluesboy
17/04/2014
Estafeta Cascais-Lisboa - Report by Fiona
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18/03/2014
Mini Maratona de Lisboa - report by Fiona & bluesboy
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| Pés. Pés everywhere... |
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| Os meus Asics GT1000, já a a passarem da fase de rodagem |
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| Já após o fim da prova, à esquerda os participantes da mini, à direita os bravos e intrépidos corajosos da meia |
27/01/2014
Grande Prémio Fim da Europa - report by bluesboy
E assim foi ontem. Sob um capacete de nuvens que tornou impossível o meu Garmin dar com qualquer satélite até aos 3km, a prova teve início às 10:01, com os primeiros quatro íngremes quilómetros a serem feitos a um ritmo bem poupadinho, tão poupadinho que ainda optei por andar alguns metros aqui e ali. mais por receio do estado do pé, do que de alguma dor que tivesse. A falta de forma, fruto do pouco treino também se fez notar nesta fase.
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| Algures entre os 5 e os 6km, creio... |
Com a passagem do quilómetro 4, vem a fase mais tranquila da prova, na qual aproveitei para recuperar do desgaste da subida inicial. A fasciite novamente não dava sinais de si, só uma ligeira impressão, mais nas descidas que nas subidas.
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| Uma descida inocente antes do mítico quilómetro 10 |
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| Grande participação dos Pernas de Gafanhoto com 23 atletas a terminar a prova! |
Terminei com um tempo de 01:36:11, o que é a minha pior marca na prova (em 4 participações) e hoje posso dizer sem dúvidas que a fasciite plantar ficou definitivamente algures entre a Pena e o Cabo da Roca. Nem uma dor, nem uma moinha, nada...
Fevereiro será mês de pausa de competição, mês no qual irei aproveitar para fazer alguns treinos mais longos, tendo em vista a participação na Meia Maratona de Lisboa, a 16 de Março.
09/12/2013
I Meia Maratona dos Descobrimentos - report by bluesboy
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Agora a prova propriamente dita... Em vez de levar carro,optei por madrugar um pouco mais e ir de comboio para Belém. Apetecia-me desfrutar de todos os pormenores e "pormaiores" da prova de uma forma mais calma e nada melhor do que me enfiar num comboio às 08:40 no Cais do Sodré para o efeito.


Um pouco antes das 09:00, já me encontrava nas imediações do Mosteiro dos Jerónimos a rapar um briol glaciar, de luvas a proteger o que restava

Rapidamente chegou a hora de partida e fomo-nos dirigindo para a dita cuja (a partida, portanto), onde estava de facto menos frio, até pelo calor humano que se fazia sentir. Tinha delineado para mim hoje uma prova conservadora, com uma passada a rondar os 05:20 ou mais lento e estava firmemente comvicto que isso seria a chave para apreciar a prova, o grande objectivo para hoje.

Os três primeiros quilómetros foram um misto de desentorpecimento, descida vertiginosa e procura de uma cadência base e a partir dai até ao Terreiro do Paço, procurei manter-me algure nos 05:15, dado que era o ritmo no qual me sentia mais equilibrado. Deu para cumprimentar corredores conhecidos, apreciar a neblina que escondia o rio, ver a enorme moldura de atletas estrangeiros no pelotão e chegar ao Terreiro do Paço e perceber que afinal não tinha que escalar até aos Restauradores.
Nessa altura foi para mim claro que podia baixar da 01:50, não obstante ter vindo até ai a uma passada de passeio. Estuguei um pouco o passo e foi sem dificuldade que cheguei aos 15km em 01h18m e a partir fai andei, sem dificuldade, a ritmos sempre muito perto dos 5min/km e nos últimos dois quilómetros abaixo disso.
Terminei a prova com 01:49:17, numa manhã muto agradável, solarenga na sua parte final e em que os Pernas de Gafanhoto, que ontem comemoraram cinco anos, se suplantaram, com recordes pessoais verdadeiramente avassaladores (tempos entre a hora e 35 e a hora e 40).


01/12/2013
Corrida do Sporting 2013 - report by bluesboy
O pelotão respirava confiança leonina. Na ausência das habituais figuras bizarras (homem da bandeja, matrafonas, lunáticos disfarçados de Homem Aranha, etc.) foi possível vislumbrar um ou outro adepto benfiquista, o que conferiu o toque bizarro e excêntrico ao evento.
Em termos pessoais, foi uma prova feita a rolar, fruto de não ter feito ultimamente treinos de velocidade e também dadas as baixas temperaturas que se têm feito sentir. Fiz a prova em 51:33, 10km certos, o que vem deitar por terra o efeito dos túneis na quebra de sinal de GPS que pudessem eventualmente ter estado na menor distância da Corrida ISCTE.
Nota final para a costumeira maçã dada após os atletas cortarem a meta. É de assinalar o esforço em reduzir as zonas vermelhas da mesma, mas há que ir mais longe e deixo aqui o apelo ao grande Presidente Bruno para que no próximo ano mande distribuir maçãs Granny Smith verdinhas. No espirito de sportinguismo que caracteriza a maioria dos membros deste blog, exemplifico em baixo as modificações a adoptar no kit nutritivo do ano que vem.

29/10/2013
Corrida do Montepio - report by Fiona & bluesboy
| Parciais Corrida do Montepio - Fiona |
A prova pelos óculos escuros do bluesboy
No final da prova de Sábado e dado que acabei em muito boas condições, pensei que na Corrida do Montepio podia tentar bater o meu record dos 10km, que perdura desde 2009, alcançado na Corrida dos 511 anos da Santa Casa da Misericórdia. O iníico da prova, mesmo com o engarrafamento inicial, com muita gente da caminhada a partir à frente, foi menos cansativo do que estava a pensar e entrei em ritmo abaixo da média pretendida logo aos 2km. No entanto, a partir dos 4 km, foi uma luta desgastante para tentar manter a passada abaixo dos pretendidos 4:44 e no retorno, pelos 7km já estava certo que não iria dar para melhorar a marca de 2009... ainda consegui um último fôlego no último quilómetro mas os estragos já estavam feitos desde o início. Acabei com o tempo de 47:33, um mero segundo a mais face ao tempo obtido em 2009. Num trajecto plano, sem prova no dia anterior, o record não me escapa.
| Parciais Corrida do Montepio - bluesboy |
Corrida TSF Runners - report by Fiona & bluesboy
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| Pés d'atletas |
| Parciais Corrida TSF Runners |
20/10/2013
Jornada dupla (Night Run + Corrida do Aeroporto)
10k, bluesboy, corrida do aeroporto, jornada dupla, night run, report 15 comentários
Sendo o objectivo nesta altura meramente o acumular quilómetros e a confraternização com os restantes Pernas de Gafanhoto, pensei na melhor forma de participar em ambas as provas de modo a que terminasse o mais confortável possível. Sendo assim e dado que a Fiona apenas iria participar na Night Run, fiz de lebre no Sábado e no Domingo tentaria ir a ritmos perto dos 5min/km.
Night Run
Embora sendo a primeira edição, o percurso é familiar para o pelotão. Com início o Terreiro do Paço, subimos quase até ao Marquês de Pombal, para descer depois, indo ao longo da recta da Av. 24 de Julho e retorno algures perto da Av. Infante Santo e regresso ao Terreiro do Paço. À excepção do empedrado logo a seguir ao Terreiro do Paço rumo a Algés, é um trajecto que dá perfeitamente para fazer de cabeça desligada.
No meu caso, procurei sempre refrear algum ímpeto mais queniano que tivesse, não só para me poupar para a prova do dia seguinte, mas também para não rebentar com os motores da Fiona. Ambos os objectivos foram cumpridos e assinalo com agrado que consegui manter um ritmo moderado, constante, ao longo de todo o trajecto sem ouvir nenhum "acalma-te!" da parte da Fiona. Com mais alguns treinos destes, temos atleta para arranhar os 54 minutos, daqui a uns tempos. :)
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| Parciais Night Run - de notar o ritmo no quilómetro 10, todo feito por obra e graça da Fiona |
De salientar também o agradável convívio com a Anabela, dos Run Baby Run que apadrinhou uma atleta na estreia nos 10km.
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| Antes da partida |
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| Antes da partida |
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| A minha tentativa de tirar uma foto durante a prova em pleno Rossio. |
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| D. José e o seu cavalo branco, antes de se atirarem à mesa de mistura para um set de rococó funk house do mais iluminista que há |
Corrida do Aeroporto
Às 09:30 da matina, já estava nas imediações do terminal de carga do Aeroporto, para a estreia em 10km da Corrida do Aeroporto. Sentia-me levemente preso de movimentos, mas mesmo assim mantive o objecivo de acabar com um tempo a rondar os 50 minutos.
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| 10 da matina, 12 horas depois de ter acabado a Night Run, eu estava de pé, sem um único café tomado, prestes a começar a correr. Inacreditável. |
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| Parciais Corrida do Aeroporto |
Para a semana há mais dose dupla, mas desta vez com um intervalo entre provas maior.
Boa semana a todos!
14/10/2013
Corrida da Água - Monsanto revisitado
O percurso passa essencialmente por Monsanto e nos últimos três quilómetros entra por Campolide adentro, numa subida longa e íngreme, que me fez andar cerca de 20 metros, antes de entrar no aqueduto das águas livres terminando numa descida estreita (má ideia) no Parque do Calhau.
Pessoalmente, esta foi uma prova extremamente agradável de se fazer, não obstante alguns erros da parte da organização. Numa altura em que as corridas em massa estão a proliferar e onde vai sendo cada vez mais frequente a realização de duas a três provas no mesmo dia, a excelência da organização, é, a meu ver, um factor chave para o sucesso das mesmas. Nestas provas de cariz mais familiar, não sendo necessária uma equipa logística extremamente numerosa, pode-se apostar na simplicidade sem descurar a eficácia. E ontem, houve algumas falhas que comprometeram a prova. A saber:
- Portão trancado no acesso ao Aqueduto, o que atrasou a passagem dos caminheiros no aqueduto. A parte caricata desta falha surge quando os caminheiros estavam em pleno aqueduto e a cabeça da corrida vinha a entrar no aqueduto em sentido contrário...
- Abastecimento de água numa chicana na ciclovia, junto aos Pupilos do Exército, o que constituiu um risco de queda para os atletas, perfeitamente evitável;
- Meta numa descida estreita, o que pode ter inibido muita gente de acabar ao sprint, dado que tinha que travar logo após terminar;
22/09/2013
MEO Urban Trail - o dia em que ganhei ao eléctrico 28 ao sprint
Começo este relato com duas notas de descontentamento em relação à edição deste ano do MEO Urban Trail. Se no ano passado, sendo ano de estreia da prova, muitas das falhas possam ser desculpadas, este ano não só as mesmas se verificaram como outras lacunas se vieram juntar.
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| O último grito da moda - projectar luz em paredes à noite. |
Distância
A prova foi anunciada como sendo de 12km. Devido a um evento de fado pelos bairros típicos de Lisboa, na partida, o speaker anunciou que a prova teria 10km. Na realidade foram 9,16... Já no ano passado em vez de 10km, foram 9km, por, na altura, haver dificuldade da PSP em condicionar o trânsito. Sugiro que, para o ano, anunciem a prova como sendo de 15km. Pode ser que assim algo entre 10km e 12km seja possível. Por 15€ de inscrição é logisticamente possível fazer provas acima dos 10 km, como atestam muitas meias-maratonas organizadas pelo país fora.
Abastecimentos
Se a madalena do ano passado no Castelo de S. Jorge me embuchou até ficar às portas de uma desidratação de níveis badwaterianos, este ano nem sólidos houve. Apenas um abastecimento de água, numa noite quente de Verão, já perto dos 6 km. Esta prova, pelo seu desgaste, pedia abastecimentos de três em três quilómetros. Faço novamente notar que se tratam de 15 € de inscrição.
Kit de chegada
Apenas uma água após chegada parece-me manifestamente pouco. Uma maçã, banana ou uma barra de cereais era o suficiente. Note-se que esta prova, para a esmagadora maioria dos atletas, implicou esforço continuado e intenso durante pelo menos uma hora. Água apenas, não chega para repôr as energias.
Abordados os aspectos negativos e não obstante o registo dos mesmos este ano, para a próxima edição conto participar novamente. Nada bate o ambiente vivido nesta prova. O apoio do público empolga, o trajecto desafiante anima, as escadinhas, ruelas, vielas e pessoas suplantam toda e qualquer expectativa que se tenha em correr nos bairros típicos de Lisboa. Para um lisboeta que não gosta de muita da Lisboa com a qual convive todo o ano, durante o tempo da prova, tudo parece diferente e a roçar o mágico. Mas, aqui e ali, há espaço para olhar com visão crítica para a degradação e deficiente higiene urbana em espaços que se querem pólos de atracção turística e onde habita muita da nossa população mais idosa.
Regressa-se ao Terreiro do Paço com a sensação que se esteve noutro mundo, numa Lilliput à beira Tejo, com aromas que vão desde as iscas ao lixo, do caramelo à sardinha.
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| Ena tanta gente... cheira-me a sardinhas... tu queres ver que o abastecimento é sardinha com mini? |
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| Fujam que eles andem ai, aos pares de três... |
A próxima prova será a Meia-maratona da ponte Vasco da Gama. O próximo fim-de-semana será reservado para um mini-longão de 15 a 17 km para preparar o corpo e a mente para a meia-maratona, atendendo a que não há provas, por poderem colidir com as eleições autárquicas. Aos 39 anos de vida democrática, não deixa de ser sintomático que ainda necessitamos que desliguem todos os brinquedos e distracções para que não caiamos na tentação de nos socorrermos de um qualquer bode respiratório* que nos iniba de exercer o mais básico dos direitos cívicos.
* - bode expiatório, mas não resisti ao trocadalho**
** - é trocadilho***
*** - não tomes as gotas não...
15/09/2013
A Corrida do Tejo
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| Imagem retirada da página de Facebook da Corrida do Tejo |
A Corrida do Tejo é bem capaz de ser o evento bi-etápico com maior participação popular. Participa-se primeiro na Corrida do Tejo e depois numa das 543 São Silvestres, em Dezembro.
A Corrida do Tejo está cheia de gente gira, bem equipada com os seus Gel Kayano e Gel Catano. Dá gosto ver, tudo a esmerar-se na vestimenta. Esmero só comparável aos dos nossos avós, para irem missa aos Domingos, nos antigamentes.
A Corrida do Tejo foi a primeira prova que fiz, em 2007.
A Corrida do Tejo é a única prova na qual participei todos os anos desde 2007.
A Corrida do Tejo dá sempre t-shirts boas.
A Corrida do Tejo este ano não teve o patrocínio da Nike nem o senhor Isaltino a premiar os vencedores.
A Corrida do Tejo este ano teve a melhor banda que já lá vi actuar. Um grupo de bombeiros, exímios percursores que me marcaram o ritmo dos dois últimos quilómetros, numa cadência para lá de perfeita e que por isso arrancou aplausos de todo o pelotão.
A Corrida do Tejo este ano viu-me a fazer de lebre e a acabar com o tempo de 51:03.
A Corrida do Tejo é isto e muito mais e para o ano conto estar lá outra vez.
08/09/2013
Corrida Jumbo - ou como passados 20 anos fiz o circuito do Estoril sem ser no GP2
Estávamos em 1993, este escriba habitava num universo paralelo chamado Ensino Secundário e dado que nos encontrávamos no auge dos roubos de igreja flagrantes ao Sporting, a minha atenção desportiva estava quase exclusivamente canalizada na Formula 1. Mas o meu fado, no que toca a apoiar grandes desportistas que nunca ganham nada, mantinha-se, na medida em que para mim, o piloto a apoiar era o Jean Alesi, que, teve apenas uma vitória em 201 provas em que participou. Mas era um piloto com garra...
...passados 20 anos, esta manhã, pisei pela primeira vez o mítico circuito do Estoril. Embora com algumas alterações face ao traçado inicial, a matriz deste circuito mantém-se e é dos mais agradáveis de se fazer, na perspectiva do condutor, não obstante já não integrar o campeonato de Fórmula 1. Fazer o circuito a pé, a correr é também uma surpresa. É que aquilo tem subidas, algo que, num carro, daqueles com mais cavalos dos que os que foram usados para fazer o Braveheart, nem se nota. Mas elas estão lá.
Nota simpática para a organização, que teve a excelente ideia de fazer as duas voltas que compuseram a corrida em sentidos opostos. Tem-se uma perspectiva do circuito nos dois sentidos e ainda nos cruzamos com os corredores mais atrasados, o que é sempre uma excelente ocasião para os incitar / provocar /
No final, a organização distribuiu medalha e um saco com fruta suficiente para a semana toda. :D
Em termos de tempos, acabei por fazer melhor do que estava à espera (fiz 48:53), muito por culpa do meu colega de equipa Paulo que veio sempre a puxar. Para início de época fiquei surpreendido com o ritmo a que fomos, o que augura grandes marcas para a equipa este ano!
Próximo Domingo: Corrida do Tejo, possivelmente para tentar bater o record, se me desenvencilhar do trânsito inicial.
09/07/2013
Fui passear o frontal a Monsanto (parte 2)
07/07/2013
Fui passear o frontal a Monsanto (parte 1)
Inicialmente de 19km, fruto de um desvio de cerca de 2km, acabámos por fazer 21,90km, mais do que uma meia maratona, em 03:38:09.
Para estreia em trail, fiquei agradavelmente surpreendido. Ainda agora, quando escrevo este post, sinto que no fim deste meu relato muita coisa ficará por dizer. O trail é, sem dúvida, uma actividade rica em eventos, rica em estímulos e muito recompensadora no final.
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| Parque do Calhau, Monsanto, Lisboa. Ao contrário do que o nome indica, os calhaus estavam 10km mais adiante |
A prova teve início no Parque do Calhau, às 20:30 e desde logo imprimimos um ritmo calmo, alternando entre corrida e caminhada a passo rápido, dado que o calor que se fez sentir durante este Sábado não diminuiu por ai além durante a noite. Fomos em amena cavaqueira com outros membros da cauda do pelotão até às torneiras do quilómetro 6, altura em que ficámos só nós os três. E assim foi até cerca dos 13km. Uma hora e meia maioritariamente em trilhos, com a noite a iniciar-se, que, para mim, foi a melhor parte, mas também aquela em que as marcações claramente falharam e é mais que certo que nos desviámos do trilho original. Por quanto? Sinceramente já olhei para o mapa vezes sem conta e não sei... mas o que sei é que todas as decisões que tomámos em termos de cruzamentos, revelaram-se acertadas, mesmo quando estávamos "perdidos" e sem qualquer marcação. Fazer trail em grupo é, quanto a mim, a melhor opção. Esta recomendação ganha todo um novo sentido se aplicado a mim, o Mr. Magoo da orientação.
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| Ora deixa cá ligar o meu Tikka 2 para encandear uns quantos esquilos... |
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| My name is Lampo, Piri Lampo |
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| O contingente feminino do trio maravilha. De notar os respectivos espíritos iluminados, que nos conduziram ao caminho da luz, da salvação e do auto-tanque dos bombeiros |
Depois desta parte, a chamada fase Blair Witch Project, chegámos a uma rotunda em que estava um auto-tanque dos bombeiros e um senhor agente da autoridade que nos disse "sigam até ao último pino e depois virem à esquerda". Isto depois de questionarmos uma voluntária da organização, que nos afiançou que sim, que a prova "maratona?" "19km?" era "para ali, sim, sim...".
E lá seguimos, para a etapa em falso, dois quilómetros de descida (e o inevitável retorno, em forma de subida), em que, após termos dado conta que estávamos no trajecto da Maratona, voltámos para a rotunda. Para encontrar mais uns quantos elementos que também se perderam por Monsanto, incluindo o Daniel, nosso colega de equipa, que nos acompanhou até ao final da prova. Para terem a noção do voluntarismo e companheirismo do Daniel, é como pedirem a um Ferrari que acompanhe um trio de Fiat 127.
Já na rota certa e com os azimutes afinados, os últimos sete quilómetros foram feitos a um ritmo mais confiante, com pausas para andar cada vez menos frequentes e culminando com um frenético sprint descendente a ritmos assombrosos de 06:20 Parque Eduardo VIII abaixo rumo à imperial e sandes de porco no espeto.
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| Eh porque linde! |
Tirando as faltas de marcações, a organização esteve bem, pecando, todavia, a meu ver, nos poucos abastecimentos disponíveis. No meu caso não se revelou relevante (de 1,3 L ainda sobraram cerca de 200 cl de água), mas imagino para a brava gente que fez o percurso da Maratona, que a coisa não deve ter sido fácil.
Agradeço ainda à Fiona e à Anabela pela companhia e positivismo durante toda a prova. Quando três pessoas com o mesmo espírito se juntam numa coisa destas, é realmente meio caminho andado para a prova ser um sucesso!
Para o ano, estou lá batido novamente. :)











































